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Mulheres na corrida: uma história recente, mas de sucesso

17 DE OCT DE 2008, 03:10  ATLETAS

Que a combinação mulheres e corrida é sucesso total, a gente já sabe. Há cada vez mais garotas entrando de cabeça no mundo running e são vários os eventos voltados só para elas, como a Maratona e Meia Maratona Nike de São Francisco e o Circuito Vênus aqui no Brasil. Entretanto, a participação feminina em provas, especialmente nas de longa distância, é coisa recente.

Até os anos 60 e 70 acreditava-se que a corrida era um esporte muito intenso e faria mal às mulheres; por esse motivo, todas as provas eram permitidas apenas para os homens. A mais antiga maratona do mundo, a de Boston, que acontece desde 1887, foi oficialmente aberta para mulheres apenas em 1972. Mas esse não foi o primeiro ano em que uma senhorita correu no evento.

Em 1966, Roberta Gibb resolveu mandar essa proibição às favas. Disfarçada de homem e com o nome de Bob Gibb, completou a prova em 3h21min40 e só então revelou a identidade verdadeira. Ousada, hein?

Levou um pouco mais de tempo para finalmente podermos disputar provas longas em Olimpíadas: até 1940 corríamos em eventos de até 800m. Foi só a partir de 84 que a maratona entrou para a agenda do atletismo feminino.

Mas a coisa deu certo e a corrida nos caiu muito bem. As atletas mulheres mostraram que são tão bem preparadas quanto os homens. Uma das maiores corredoras de maratona da atualidade é a queniana Catherine Ndereba, que venceu nada menos que quatro Maratonas de Boston, dois campeonatos mundiais e ainda levou duas pratas olímpicas, nos Jogos de Atenas e Pequim.

Inspiradas em figuras incríveis como Catherine a gente corre tanto. Não duvidem de nós, rapazes, ainda vamos muito longe. Estamos apenas começando.

Escrito por: Rachel Juraski, Nike Blogger

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  1. filipe

    antigamente só homens poderiam competir, mas isso não e mais assim. mas uma amostra de interatividade da nike.

  2. ana gemaque

    Isso é só o começo. A cada competição ou outro evento, sem duvida podemos ir mais longe.

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